quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Projeto



NOME DO (s) ALUNO (S)
Cleuma Ribeiro, Regiane Freire e Roberta Lima


Rio Branco
outubro /2011


Introdução (Português como segunda língua para os surdos - PSLS)

O projeto visa mostrar como ensinar português escrito para o aluno surdo.



OBJETIVOS
Objetivo geral
Incluir a metodologia do ensino de português como segunda língua para surdos na sala de recursos, fazendo que os mesmos venham adquirir a escrita do português, contexto e sua funcionalidade por meio específico de ensino, viabilizando a Libras e o português escrito como línguas de instrução.

Objetivos específicos
Fazer com que o aluno surdo aprenda o português escrito por meio de língua de sinais, como instrução;
Levar a construção de conceitos em sala de aula possibilitanto a ampliação das competências linguísticas do sujeito surdo, tanto el libras como em língua portuguesa escrita;

JUSTIFICATIVA
O presente projeto se justifica pela necessidade de dar subsídios teóricos e práticos voltados a construção do conhecimento de mundo por meio de língua de sinais e da língua portuguesa escrita, Logo é preciso compreender os aspectos linguísticos surdo/surdez, suas especificidades e análise linguística na sala de recursos. Estas ações de ensino de L1 (Libras) e L2 (Língua Portuguesa escrita) são recursos essenciais para aquisição de ambas as línguas. 

REFERENCIAL TEÓRICO
Com base nos pressupostos legais da Constituição Federal de 1988, o artigo 205 prevê o direito de todos à educação, onde os surdos nesta perspectiva inclusiva tem os mesmos direitos de a educação por meio de sistema especifico, modo que possam dar conforto para o processo de ensino aprendizagem destes alunos.
A fundamentação filosófica pressupõe que todos os alunos de uma comunidade, independente de suas necessidades educacionais especiais, etnia, gênero, diferenças lingüísticas, religiosas, sociais, culturais, entre outras, tem o mesmo direito de acesso à escolarização, com o grupo de sua faixa etária e que a escola deva acolher e valorizar as diferenças.
A educação especial, por sua vez, converte-se em uma modalidade transversal de educação escolar que permeia todos os níveis, etapas e modalidades de educação, por meio da realização do atendimento educacional especializado - AEE, definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais, orientando e colaborando com a educação regular comum, em benefício de todos os alunos.
Com base em corrente filosóficas os surdos passam por três momentos: o oralismo, comunicação total e bilinguismo, onde este último busca o desenvolvimento linguístico dos surdos por meio de Libras e português escrito com uma metodologia especifica/visual.
O oralismo é o domínio de uma língua oral sobre a de sinais, com o foco no aspecto clinico, já a comunicação total havia uma visão e preocupação com o aprendizado, então o bilinguismo aborda a aquisição de língua de sinais e de língua portuguesa escrita para uma socialização entre surdos e ouvintes.
O bilinguismo se deu pelo reconhecimento da língua por meio de lei 10.436/02 com a oficialização, da língua de sinais.

METODOLOGIA
Para a elaboração deste projeto, utilizamos algumas referencias bibliográficas como: livros, revistas e endereços eletrônicos, em um segundo momento srá trabalhado em Libras como metodologia de ensino para surdos com objetivo de ensinar o português escrito.
BIBLIOGRAFIA
GAIO, Roberta; MENEGHETTI, Rosa G. Krob. Caminhos da Educação Especial no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2004.
ALVES, carla barbosa. A Educação Especial na perspectiva da Inclusão Escolar: Abordagem bilíngue na escolarização de pesssoas com surdez / Carla barbosa Alves, Josemário de Paula ferreira, Milene Macedo Damásio. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.
 Ensino de Língua Portuguesa para Surdos: Caminhos para Prática Pedagógica Heloiza Maria Moreira Lima Sales...[et al.]. – Brasília: MEC, SEESP, 2005.
MEC, BRASIL. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, 1999. www.mec.gov.br

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Mídia-Educação no contexto escolar

A tecnologia é importante por diversos maneiras na escolas houve uma grande associação entre mídia e computador,ou seja interesse por informações a respeitos de tudo que cerca o nosso mundo.De cultura,moral,familia,grupos sociais e meios de comunicação e ideologia informando o que e de interesse da população. As  infirmações e comunicação mudaram nossas vidas, e por este motivo cada vez mais pessoas têm passado a se preocupar em mudar a vida das mídias. Dessa forma o fator tecnologia é importante porque altera não somente o texto em si forma e conteúdo como também a audiência a quem os textos podem chegar. O foco aqui não deve ser a aquisição de habilidades técnicas,mas sim a tomada de consciência do que pode ser feito com as tecnologias disponiveis. 
    O fator tecnológico  indispensavel porque abre um leque de opções e trabalha com muitos aspectos educativos desde as linguagens até questões matémáticas e de pesquisa.
É importante ressaltar que mídias envolvem não apenas computadores, mas livros, revistas, filmes e demais componentes que desenvolvem a construção do conhecimento e que a escola faz uso abundante de filmes, revistas,  jornais que são mais acessíveis. É relevante que os educadores promovam e estimulem o uso crítico dessas  e de outras mídias.

Fábulas





Vamos navergar juntos nos links abaixo, e conhecer como desenvolver a nossa aula.

Portal do professor


Foi lançado em novembro de 2004, para o compartilhamento de conhecimentos.Os visitantes tem uma variedade de opção de escolher entre imagens, som, texto e vídeo com grandes de personalidades famosas de renome como Fernando Pessoa isso em se falando de textos, mas sessão de vídeos é muito interessante, para aprendizado e crescimento dos nossos alunos: vídeos do Tv escola, que podem ser usados para enriquecer aulas inclusive, opção de vídeo “Passeios Virtuais”.